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Escolha correta de cabos e disjuntores na instalação de filme aquecedor

Author
hiheat
Date
2026-01-22
Views
68

Escolha correta de cabos e disjuntores na instalação de filme aquecedor


Olá, meu nome é Jay Lee, da Hi Heat.


Neste artigo, gostaria de explicar dois pontos muito importantes
que frequentemente são negligenciados durante a instalação de filmes aquecedores:
a escolha correta dos cabos elétricos e
a seleção do disjuntor adequado.


Uma instalação típica de filme aquecedor envolve a colocação do isolamento térmico,
a instalação do filme aquecedor e, por fim, a conexão dos cabos elétricos.
Nesta etapa, a escolha do cabo correto é essencial para a segurança
e a durabilidade do sistema.




1. Utilize sempre cabos flexíveis (multifilares), nunca cabos rígidos


A regra mais importante ao escolher cabos é utilizar
cabos flexíveis multifilares e não cabos rígidos de fio único.


Os cabos multifilares são compostos por vários fios finos de cobre,
enquanto os cabos rígidos possuem apenas um condutor sólido de cobre.


Profissionais da área elétrica conhecem bem essa diferença,
mas muitos usuários finais não têm esse conhecimento
e acabam utilizando cabos rígidos por engano.


Para instalações de filme aquecedor,
recomenda-se sempre o uso de cabos flexíveis.


2. Por que cabos rígidos são perigosos?


Na parte traseira do termostato existem bornes de parafuso
onde são conectados tanto a alimentação elétrica
quanto os cabos que vão para o filme aquecedor.


Quando um cabo rígido é inserido nesses bornes e apertado,
frequentemente chega-se a um ponto em que não é possível apertar mais.


Isso resulta em uma área de contato muito pequena
entre o cabo de cobre e o borne.


Essa situação é semelhante a uma estrada que se estreita repentinamente:
quando a corrente elétrica passa por um ponto muito reduzido,
a resistência aumenta e o calor é gerado.


Na prática, esse calor pode se transferir até a parte frontal do termostato,
fazendo com que o plástico comece a deformar ou derreter gradualmente.
(Baseado em experiências reais de campo.)


Com o tempo, o termostato pode ser danificado
e, no pior cenário, existe risco de incêndio.
Por esse motivo, cabos rígidos não devem ser utilizados
em instalações de filme aquecedor.


3. Por que cabos flexíveis são mais seguros?


Quando um cabo flexível é inserido no borne e apertado,
os fios de cobre se espalham,
criando uma área de contato muito maior.


Uma área de contato maior permite que a corrente flua de forma uniforme,
evitando o superaquecimento localizado.


Por isso, recomendamos fortemente o uso de
cabos flexíveis juntamente com terminais ou conectores adequados,
tanto na ligação ao termostato
quanto na conexão ao filme aquecedor.


Ao crimpar ou apertar os terminais,
é importante aplicar força suficiente
para garantir uma conexão firme e durável.




4. Um método de conexão que deve ser evitado


Em uma feira do setor, encontrei certa vez
um método de conexão extremamente perigoso.


O instalador explicou que inseria o cabo
entre a barra de cobre e a camada de prata do filme aquecedor,
fixando-o apenas com fita de butil.


À primeira vista, esse método pode parecer funcional,
e alguns afirmam que nunca tiveram problemas.


No entanto, o cabo não fica fixado mecanicamente,
e pequenos movimentos podem causar faíscas
ou arcos elétricos, representando um grande risco.


Se nenhum problema ocorreu até agora,
é provável que simplesmente ainda não tenha sido percebido.


Utilize sempre conectores apropriados
e certifique-se de apertá-los corretamente.




5. A espessura do cabo é como a largura de uma estrada


A espessura do cabo pode ser comparada à largura de uma estrada.


Uma estrada larga permite um tráfego fluido,
enquanto uma estrada estreita causa congestionamentos.
Com a eletricidade ocorre o mesmo.


Se o cabo for fino demais para a corrente necessária,
o calor será gerado no condutor.


Com o aquecimento e resfriamento repetidos,
o isolamento pode endurecer, rachar e se deteriorar.


Quando o isolamento se danifica,
os cabos podem entrar em contato,
gerar faíscas e, eventualmente, causar um incêndio.


O famoso filme The Towering Inferno
ilustra claramente como o uso de cabos subdimensionados
pode levar a incêndios graves em edifícios.


6. Exemplo de escolha de disjuntor e cabo


Suponhamos que a potência total instalada do filme aquecedor
seja de 5 kW.


A corrente é calculada pela fórmula:


W = I × V → I = W ÷ V


5.000 W ÷ 220 V = aproximadamente 22,7 A


O disjuntor deve ter uma capacidade superior à corrente necessária,
portanto um disjuntor de 30 A é adequado.


Se um disjuntor de 20 A for utilizado,
ele desligará imediatamente ao ligar o sistema,
mesmo sem a presença de fuga de corrente.


Após selecionar o disjuntor de 30 A,
deve-se utilizar um cabo cuja corrente admissível
seja superior à do disjuntor.


Na Coreia, é comum utilizar
cabos flexíveis de 4 mm² (aprox. 35 A),
equivalentes aproximadamente a AWG 11.




Resumo


O processo de seleção pode ser resumido da seguinte forma:


① Calcular a corrente (A) com base na potência total

② Selecionar um disjuntor com capacidade maior

③ Utilizar um cabo com corrente admissível superior à do disjuntor


Para usuários sem experiência em eletricidade,
não é recomendável realizar instalações em grandes áreas por conta própria.


Para projetos maiores,
é sempre melhor contar com instaladores profissionais.


Mesmo em instalações pequenas,
verifique sempre a espessura do cabo
e a capacidade do disjuntor antes da instalação.


O vídeo abaixo explica os mesmos conceitos
utilizando exemplos reais de instalação.
Recomendamos assisti-lo junto com este guia.


▶ Assistir ao vídeo relacionado: